Álbum de 2006 do Foo Fighters, gravado ao vivo e acústico. Tem também o DVD, que contém mais seis faixas, mas esse eu nunca vi então só abro a boca pra falar depois.
Primeiro, vamos conhecer os Foo Fighters.
Dave Grohl, vocalista e guitarista, ex baterista do Nirvana. Atual baterista do Them Croocked Vultures.
Taylor Hawkins, bateria e backin’, já tocou com a Alanis, tem uma banda paralela chamada Taylor Hawkins and the Coattail Riders.
Nate Mendel, baixista, também faz parte do Sunny Day Real State.
Chris Shifflett, guitarrista e backin’, ex Lost Kittenz(atual Sugarcult) e No Use For a Name, também conhecido como Jake Jackson em alguns projetos.
Não foi sempre assim, é claro. Já passaram pelo Foo Fighters mais três: William Goldsmith, Pat Smear e Franz Stahl. O que importa é que desde 1995, eles vêm fazendo rock alternativo de qualidade. Sou suspeita pra falar, porque adoro.
Vamos para o Skin and Bones. Versão acústica da turne In Your Honor, absolutamente viciante. O que é a voz do Dave nesse álbum? Perfeita, mágica. Não me canso de ouvir. Juntou o rock’n'roll alternativo com uma voz rouca/delicada. Some isso aos violões e a bateria marcante do Foo Fighters. Abrindo com “Razor”, música que não teve muita modificação e não surpreendeu muito, seguida de “Over and Out”, outra que não me surpreendeu. Adoro “Walking After You”, a versão feita para essa turnê ficou linda. “Marigold” também veio com tudo, tenho umas versões inacabadas de quando ainda estavam no Nirvana, muito legal. “My Hero” foi uma das melhores músicas, de longe, não por ser uma das mais famosas, mas se você comparar a acústica com a original… nossa! “Next Year”, “Another Round”, “Big Me” e “Cold Day In The Sun” vão seguindo essa linha acústica-animadinha-sem-perder-o-rock-and-roll, para depois voltarmos ao lento-eu-preciso-dormir-mas-to-adorando de “Skin and Bones” e “February Stars”. A primeira ainda tem umas partes mais animadinhas, mas no geral é bem light(não tão light quanto as primeiras do álbum, isso é óbvio). Outra que, não por ser famosa, mas ficou perfeita, foi “Times Like These”. Ouçam, é sério. Eu fico de queixo caído sempre que ouço essa versão. “Friend of a Friend” pra dormir mais um pouco, pra depois despertar num susto com o acústico-raivoso de “Best Of You” e finalizando com uma das melhores chaves de ouro: “Everlong”, animada na medida certa, calma na medida certa.
É mais ou menos isso aí por hoje. E lembre-se: são opiniões, ouça o cd e tenha sua própria.
